quarta-feira, 4 de maio de 2011
Curioso...
Particularmente não sei se isso incomoda à alguém além de mim, e as vezes penso se sou louca por isso... a partir do momento que leio algumas coisas, sempre uma coisa me incomoda, e não há nada que possa fazer quanto a isso... artigos que parecem falar sobre pseudo-ciência, mas o que é, em fim, é ciência?
Tantas questões que me parecem estúpidas são recorrentes ao dia-a-dia, como a velha história de Ciência X Religião, brigas datadas, facilmente resolvidas se minimamente as pessoas entendessem de filosofia...
No fundo tudo parece ter uma hipocrisia incorrigível... não sei se alguém me entende... :(
Enfim, é melhor pensar em outras coisas.
terça-feira, 1 de março de 2011
Brasilberg!
Mas hoje serei mais tímida, darei uma apenas dica para uma daquelas noites solitárias frias (quando fazem uns 30° em Ribirão Preto ) não, eu não vou dar o endereço de algum site pornô...
Nada melhor que uma boa garrafa de Brasilberg/Underberg + Coca-cola (Pepsi também serve)+ uma boa música para viajar. Receita testada e aprovada, só não é melhor do que com água tônica.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Dra Hamburguer

quarta-feira, 11 de agosto de 2010
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sábado, 12 de junho de 2010
domingo, 6 de junho de 2010
Alice in Burtonland

quinta-feira, 22 de abril de 2010
Mistérios da EERP - I

Na escola de enfermagem de Ribeirão Preto há um elevador que liga térreo ao primeiro andar cuja foto do painel aparece acima.
Como se pode observar há um botão com as letras AL e ao dele se encontram as letras EM. Qualquer um acharia que as siglas significam respectivamente “Alarme” e “Emergência”, mas na verdade este um jogo letras engenhosamente criado pela Drª Glete de Alcântara; juntas as siglas formam a palavra “ALÉM”.
Poucos sabem, mas na verdade este elevador começou a surgir logo após a morte de Glete, ele se materializou pouco a pouco durante o prazo de dez anos, pois, como prevê a legislação dos Vogons Uspianos, para materializar qualquer coisa é necessário uma série de papéis com nomes estranhos, com dúzias de assinaturas e carimbos, intercalado com períodos de engavetamento, para que em fim algo possa simplesmente surgir.
A verdade por trás deste elevador, é que Glete de Alcântara tinha uma amizade com um doceiro muito famoso chamado Willy Wonka. Era uma amizade muito estreita, pois ambos tinham um gosto muito grande por doces e elevadores. Glete fez inúmeros projetos de doces para se comer com café, ela foi responsável pela idealização dos cigarros de chocolate, essa idéia simplesmente pelo fato de Glete apreciar cigarros e chocolate e pensar: por que não transformar as duas coisas em uma? Posteriormente teriam sua receita foi roubada e vendida pela empresa Pan.
Mas mais que fazer doces Glete e Willy tinham um outro passatempo em comum, criar projetos de elevadores. A maioria destes projetos não saiu do papel, especialmente os elevadores de Glete, pois apesar de suas inúmeras qualidades, engenharia mecânica não era seu forte...Seus projetos também foram esquecidos por terem sido destruídos junto com o Palacete Inecchi (Alguns Vogons acharam que criar um banco/albergue de mendigos, seria mais util do que um casarão, e sem querer(?) destruíram uma parte histórica muito importante da cidade de Ribeirão Preto).
Apesar de tudo Glete teve uma chance criar mentalmente após sua morte, um elevador, que muito mais legal que o de Willy Wonka que só vai para frente, pra trás, para os lados, e para as diagonais, esse elevador pode fazer visitas no outro lado da vida, no além.
Até hoje, ao que se sabe, ninguém da enfermagem teve coragem de testar para dizer como é o no outro mundo. Reza a lenda que no além Glete recebe uma visita anual de Willy Wonka, e que ambos ainda tem grandes conversas sobre elevadores e doces, enquanto apreciam um bom café com cigarros.